terça-feira, 22 de julho de 2008

Alecrim

No dia 07 próximo, começaremos uma série de apresentações que fechamos com o Ponto de Cultura de Diadema. Serão seis ao todo. Em dois meses.
Muito bacana. Vamos visitar lugares que o teatro não chega e as pessoas não saem... de medo, de preguiça, porque não tem nada melhor para fazer...

Vamos ver no que vai dar...


Também fechamos um acordo para a montage de Ofélia. Mas isso é uma outra história...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Alecrim - pesquisa


Quando eu perguntei para a Mariane sobre o que ela queria falar, ela disse: "memória e morte"


Devido a esse pedido foi que aconteceu o processo a seguir: Em primeiro lugar foi pedido que a atriz se lembrasse de algumas ações físicas de sua infância. Essas ações foram catalogas e corporificadas. E após termos um número razoável de ações foi pedido que as unisse e criasse uma Partitura.

Após esse trabalho, foi apresentado o texto, que foi escrito em cima das impressões que as ações isoladas traziam.

Quando a partitura e o texto já estavam corporificados, iniciamos o trabalho vocal.

O trabalho vocal também partiu da memória. Foi pedido que a atriz se lembrasse de algumas vozes que ouviu quando criança. Essas vozes foram catalogadas e depois testadas com o texto. Foram escolhidas algumas e assimiladas.

E assim, temos Alecrim. Onde a atriz , em cena, repete uma série de ações físicas, que no caso são "relatos físicos da sua memória de infância", alinhavadas com uma partitura vocal especifica, criando assim a ilusão necesária para que aconteça o espetáculo.


A questão da "morte" foi trabalhado no texto.