segunda-feira, 9 de março de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
2009!
Hoje começa o ano para nós.
Começaremos com o ensaio do novo trabalho solo da Erica - que até segunda ordem é inspirado no universo de Sandman, do Neil Gaiman...
O processo está sendo voltado para a busca de uma maior autonomia no trabalho de pesquisa, por parte da atriz.
No futuro próximo detalharei tudo.
Que esse ano seja melhor que os anteriores!
Começaremos com o ensaio do novo trabalho solo da Erica - que até segunda ordem é inspirado no universo de Sandman, do Neil Gaiman...
O processo está sendo voltado para a busca de uma maior autonomia no trabalho de pesquisa, por parte da atriz.
No futuro próximo detalharei tudo.
Que esse ano seja melhor que os anteriores!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

E terminamos o ano com algumas boas realizações:
Apresentação de Bi-do no Festival Internacional do Campo Limpo
Prêmio do Edital de Montagem do Ponto de Cultura de Diadema, para Ofélia.
Prêmio do Edital de Circulação do Ponto de Cultura de Diadema, para Alecrim.
Ano que vem, teremos mais de 05 estréias para divulgar por aqui.
Até lá!
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A-5087

Pesquisa do Espetáculo
INTERPRETAÇÃO
O espetáculo A-5087 surge como resultado direto de uma pesquisa vocal.
Começamos com uma pergunta: “É possível criar a partir de um trabalho vocal, um corpo e um agir coesos, lógicos e verossímeis?” Ou seja, “É possível criar um personagem plausível a partir da voz.”?
Decidimos utilizar uma matriz vocal que havíamos descoberto durante o processo anterior, mas que não tinha ainda sido utilizada.
Permitindo a livre movimentação física e após, improvisações com temas dados, conseguimos definir quais as estruturas musculares trabalhadas, o que a matriz vocal exigia e fornecia ao mesmo tempo.
Continuando esse processo constatamos que o corpo criado possuía ações, reações e tempo-ritmo próprios. Havia toda uma estrutura corporificada verossímil.
Se fôssemos colocar esse trabalho num plano horizontal seria mais ou menos assim:
MATRIZ VOCAL -> CORPO VOCAL -> AÇÕES/REAÇÕES -> PERSONAGEM
Foi só após esse trabalho, que inspirados pelos resultados, decidimos o tema que trabalharíamos para esse personagem, qual seria o tema do nosso próximo espetáculo.
Proposta Artística
ATUAÇÃO
Criar o equivalente físico de uma mulher anã.
De acordo a sua história, criar ações físicas que refiram á sua condição de artista famosa que sofreu torturas e que foi utilizada como cobaia.
TEXTO
Apresentar a vida real de Perla Orvitz, artista anã, judia, famosa em sua mocidade, que sobreviveu ao Holocausto.
Dar ênfase a sua vida no campo de concentração, e demonstrar o raciocínio de quem sempre enfrentou dificuldades devido as suas características físicas, e que conseguiu transformar o “diferente” em “diferencial”, tanto na vida artística como na luta pela sobrevivência.
CENÁRIO
Não haverá cenários, mas uma ambientação; criar a ilusão de um auditório onde o público irá ouvir a palestra de uma sobrevivente.
FIGURINO
Algo que seja funcional, e esteticamente referente á condição e ao gosto da personagem.
Trabalhar com os conceitos de roupas de baile, trajes de apresentações de artistas dos anos 30/40.
ILUMINAÇÃO
Propor através cores e texturas, o interior da personagem. Fortalecer a idéia do texto.
Revelar o que a personagem sente, ou sentiu, através da luz.
SONOPLASTIA
Não utilizar sonoplastia mecânica.
Buscar texturas sonoras, executadas pela atriz, que possam promover o imaginário do espectador, e induzi-lo ao contexto do espetáculo.
Desenvolver ações vocais que tragam uma bagagem enorme de símbolos, tais como: o Pária, a Vedete vaidosa, o Sobrevivente, e outros.
INTERPRETAÇÃO
O espetáculo A-5087 surge como resultado direto de uma pesquisa vocal.
Começamos com uma pergunta: “É possível criar a partir de um trabalho vocal, um corpo e um agir coesos, lógicos e verossímeis?” Ou seja, “É possível criar um personagem plausível a partir da voz.”?
Decidimos utilizar uma matriz vocal que havíamos descoberto durante o processo anterior, mas que não tinha ainda sido utilizada.
Permitindo a livre movimentação física e após, improvisações com temas dados, conseguimos definir quais as estruturas musculares trabalhadas, o que a matriz vocal exigia e fornecia ao mesmo tempo.
Continuando esse processo constatamos que o corpo criado possuía ações, reações e tempo-ritmo próprios. Havia toda uma estrutura corporificada verossímil.
Se fôssemos colocar esse trabalho num plano horizontal seria mais ou menos assim:
MATRIZ VOCAL -> CORPO VOCAL -> AÇÕES/REAÇÕES -> PERSONAGEM
Foi só após esse trabalho, que inspirados pelos resultados, decidimos o tema que trabalharíamos para esse personagem, qual seria o tema do nosso próximo espetáculo.
Proposta Artística
ATUAÇÃO
Criar o equivalente físico de uma mulher anã.
De acordo a sua história, criar ações físicas que refiram á sua condição de artista famosa que sofreu torturas e que foi utilizada como cobaia.
TEXTO
Apresentar a vida real de Perla Orvitz, artista anã, judia, famosa em sua mocidade, que sobreviveu ao Holocausto.
Dar ênfase a sua vida no campo de concentração, e demonstrar o raciocínio de quem sempre enfrentou dificuldades devido as suas características físicas, e que conseguiu transformar o “diferente” em “diferencial”, tanto na vida artística como na luta pela sobrevivência.
CENÁRIO
Não haverá cenários, mas uma ambientação; criar a ilusão de um auditório onde o público irá ouvir a palestra de uma sobrevivente.
FIGURINO
Algo que seja funcional, e esteticamente referente á condição e ao gosto da personagem.
Trabalhar com os conceitos de roupas de baile, trajes de apresentações de artistas dos anos 30/40.
ILUMINAÇÃO
Propor através cores e texturas, o interior da personagem. Fortalecer a idéia do texto.
Revelar o que a personagem sente, ou sentiu, através da luz.
SONOPLASTIA
Não utilizar sonoplastia mecânica.
Buscar texturas sonoras, executadas pela atriz, que possam promover o imaginário do espectador, e induzi-lo ao contexto do espetáculo.
Desenvolver ações vocais que tragam uma bagagem enorme de símbolos, tais como: o Pária, a Vedete vaidosa, o Sobrevivente, e outros.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
FESTCAL

Festival Nacional de Teatro do Campo Limpo
Esse ano o III FESTCAL receberá 33 grupos de diversas linguagens, estéticas e de outras cidades do país; espetáculos que serão apresentados gratuitamente nos CEU’S (Centros Educacionais Unificados) Campo Limpo, Feitiço da Vila e Casablanca, em ruas e praças do bairro do Campo Limpo, zona sul de São Paulo. A população também terá acesso gratuito aos ônibus disponíveis para o FESTCAL, que circularão pelos bairros do Campo Limpo, Capão Redondo e Vila Andrade. Além de palestras e oficinas com artistas e pesquisadores que tem importante contribuição para o teatro nacional: Antonio Rogério Toscano, Bete Dorgam, Newton Moreno, Márcio Vinicius, Tiche Viana, Antonio Araújo, Alexandre Matte e Marcelo Bones. Uma vivência que jamais será esquecida!
10/SET Bi-Do
Grupo Curupira
CEU Campo Bi-do (Dança-teatro)
GRUPO CURUPIRA (São Bernardo do Campo – SP)
Espetáculo solo de Butoh.
O que podemos atingir, quando o alvo somos nós mesmos?
Dramaturgia e Direção: Ronaldo Ventura
Interpretação: Érica Rabelo
10 de setembro (Quarta) – 20h
CEU Campo Limpo
CENSURA: 16 ANOS DE IDADE
CEU CAMPO LIMPO: Estrada Carlos Lacerda, 678
- Campo Limpo
Lotação: 450 lugares
terça-feira, 22 de julho de 2008
Alecrim
No dia 07 próximo, começaremos uma série de apresentações que fechamos com o Ponto de Cultura de Diadema. Serão seis ao todo. Em dois meses.
Muito bacana. Vamos visitar lugares que o teatro não chega e as pessoas não saem... de medo, de preguiça, porque não tem nada melhor para fazer...
Vamos ver no que vai dar...
Também fechamos um acordo para a montage de Ofélia. Mas isso é uma outra história...
Muito bacana. Vamos visitar lugares que o teatro não chega e as pessoas não saem... de medo, de preguiça, porque não tem nada melhor para fazer...
Vamos ver no que vai dar...
Também fechamos um acordo para a montage de Ofélia. Mas isso é uma outra história...
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Alecrim - pesquisa

Quando eu perguntei para a Mariane sobre o que ela queria falar, ela disse: "memória e morte"
Devido a esse pedido foi que aconteceu o processo a seguir: Em primeiro lugar foi pedido que a atriz se lembrasse de algumas ações físicas de sua infância. Essas ações foram catalogas e corporificadas. E após termos um número razoável de ações foi pedido que as unisse e criasse uma Partitura.
Após esse trabalho, foi apresentado o texto, que foi escrito em cima das impressões que as ações isoladas traziam.
Quando a partitura e o texto já estavam corporificados, iniciamos o trabalho vocal.
O trabalho vocal também partiu da memória. Foi pedido que a atriz se lembrasse de algumas vozes que ouviu quando criança. Essas vozes foram catalogadas e depois testadas com o texto. Foram escolhidas algumas e assimiladas.
E assim, temos Alecrim. Onde a atriz , em cena, repete uma série de ações físicas, que no caso são "relatos físicos da sua memória de infância", alinhavadas com uma partitura vocal especifica, criando assim a ilusão necesária para que aconteça o espetáculo.
A questão da "morte" foi trabalhado no texto.
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